Usar jargões pode trazer diversas vantagens. Em especial, pode
facilitar a comunicação e o entendimento. Pode ser usada para equalizar a
compreensão de conceitos, além de aproximar pessoas durante o processo
de comunicação (passam a se considerar da mesma “tribo”).
No entanto, também existem desvantagens. Usar jargões erroneamente pode fazê-lo parecer arrogante, atrapalhar a comunicação e causar muita confusão.
É importante saber quando usar ou não usar jargões, e a seguir listo algumas “boas práticas” com este objetivo:
autor: Luiz de Paiva
fonte: http://ogerente.com
Ifd
No entanto, também existem desvantagens. Usar jargões erroneamente pode fazê-lo parecer arrogante, atrapalhar a comunicação e causar muita confusão.
É importante saber quando usar ou não usar jargões, e a seguir listo algumas “boas práticas” com este objetivo:
- Como regra geral, somente use jargões quando tiver certeza de que sua “audiência” conhece bem o jargão.
- Evite o jargão quando existirem outros similares que possam causar confusão.
- Um mesmo termo pode ser compreendido de forma diferente por profissionais da mesma área, mas que possuem outras práticas ou cultura de comunicação.
- Ao falar um jargão, tenha cuidado especialmente com abreviações, já que os sons podem ser muito parecidos.
- Em documentos, verifique se não há restrições legais ao uso de jargões. Imaginem os tipos de disputas legais que podem ser geradas por jargões mal compreendidos.
- Usar jargões com um público que não o conhece pode transmitir uma imagem de arrogância e prepotência.
- O último item é ainda mais crítico em sua comunicação com superiores na empresa.
- Evite tentar forçar o jargão de sua empresa para clientes e fornecedores.
- Em documentos, adote a prática de usar um glossário para não deixar dúvidas quanto ao significado dos termos.
- Ao lidar com interlocutores de outros países, verifique se a terminologia que você usa se aplica a aquele país. Isto vale mesmo que sejam termos em inglês, já que alguns países são influenciados pelo inglês britânico e outros pelo americano.
autor: Luiz de Paiva
fonte: http://ogerente.com
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